Uma carta de falência

Uma carta de falência

Eu decretei falência de minha antiga vida, a sua operação estava cara, não trazia lucro, não estava saudável.

Tinha muitos débitos na vida e escolhi me desfazer de todos os ativos para pagar os credores.

Preferi entregar os pontos e abrir mão da antiga marca, do antigo modo de viver.

Sim, decretei falência de quem eu era.
Deixei de ser apenas aquele que fazia as mesmas coisas todos os dias, sem um objetivo claro de quem eu era e de quem eu queria ser.

Abri mão de ser fraco e inexperiente nos negócios das emoções.

Abri mão do antigo para dar lugar ao novo, abri mão de mim, de quem eu não queria ser para finalmente empreender algo novo, ser um "EU" novo.

A Nova Empresa chamada "EU" vai bem. Não confunda o ser "EU" existencial com o ser "eu" egoístico.

Hoje tenho uma nova Missão, Visão e Valores.

Meu empreendimento chamado "ser" tem prosperado, metas e planejamentos, melhorias e correções de percurso, investimentos e alinhamentos.
Levo em consideração tudo o que pode ser melhorado, corrigido.

Ser perfeito? Impossível.
Ser melhor que ontem? Factível!!!

Seja o CEO de sua própria vida!!!

Autor: Anderson Ribeiro Sousa

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